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Institucional

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Objeto Social 

A Sociedade tem por objeto social a prestação de serviços de consultoria, aquisição para a Sociedade de títulos, de créditos ou imóveis e a respetiva gestão de bens pertencentes à Sociedade, assim como aquisição de imóveis e obras de arte para revenda. 
Historial  
As ações representativas do capital social do BPN - Banco Português de Negócios, S.A. (BPN) foram objeto de nacionalização, por força e nos termos do artigo 2.º da Lei n.º 62 - A/2008, de 11 de novembro.
Subsequentemente, o Decreto-Lei n.º 2/2010, de 05 de janeiro, aprovou a operação de reprivatização do Bpn, tendo sido posteriormente alterado pelo Decreto-Lei n.º 96/2011, de 19 de agosto, no sentido de também contemplar a possibilidade de recorrer à venda direta na reprivatização do BPN.
Em execução dos Despachos de Sua excelência o Senhor Secretário de Estado do Tesouro e Finanças, respeitante à reestruturação do Bpn e medidas subjacentes à mesma, determinadas pelos Despachos de Sua excelência o Senhor Secretário de Estado do Tesouro e Finanças n.º 739/10-SETF, de 19 de julho, n.º 875/10-SETF, de 19 de agosto, e n.º 19070-A/2010-SETF, de 15 de dezembro, foram constituídas através de escritura pública outorgada em 16 de setembro de 2010, as sociedades PARVALOREM, S.A., PARUPS, S.A. e PARPARTICIPADAS, SGPS, S.A. (sociedades PAR´S) tendo como acionista único o BPN.
No âmbito do Memorandum of Understanding e do Memorandum of Economic and Financial Policies celebrados pelo Governo Português com a Comissão Europeia e com o Fundo Monetário Internacional, respetivamente e em execução do Despacho n.º 825/11 do Senhor Secretário de Estado do Tesouro e Finanças, de 3 de junho de 2011, que determina a aquisição pelo Estado Português, através da Direção Geral do Tesouro e Finanças das ações, o Estado Português adquiriu 100% das ações representativas do capital social da Parvalorem, S.A., Parups, S.A. e Parparticipadas, SGPS, S.A. , ao BPN em 14 de fevereiro de 2012.
As medidas subjacentes à reestruturação determinadas pelo Despachos de Sua excelência o Senhor Secretário de Estado do Tesouro e Finanças n.º 739/10-SETF, de 19 de julho, n.º 875/10-SETF, de 19 de agosto, e n.º 19070-A/2010-SETF, de 15 de dezembro, passam pela segregação de um conjunto de ativos do balanço individual e consolidado do BPN e pela sua transmissão para as sociedades Par’s.
 
Missão, Visão, Valores, Políticas e Linhas de Ação
 
 
Missão
 
A Parups, S.A. tem por missão maximizar a recuperação dos ativos sob gestão, minimizando a perda de valor para o acionista, preparando os processos para a sua alienação no mais curto espaço de tempo.
 
 
Visão
A Parups, S.A. pretende deixar um legado de práticas de trabalho eficientes e eficazes enquanto Empresa criada para a resolução de questões complexas num contexto desafiante e adverso.
 
Valores
Os valores pelos quais a Parups, S.A. pauta a sua atuação são:
 
 Tabela (3).jpg
 
 
 
Políticas e Linhas de Ação
A Parups, S.A. está focada nas diretrizes recebidas do seu acionista único, o Estado Português, de centralização da gestão em polítiocas de máxima valorização das várias tipologias dos seus ativos, com vista a iniciar processos de alienação no menor tempo possível e num clima mais consentâneo com perspetivas de recuperação. 
 
Neste enquadramento, definiu como grandes linhas de atuação:
 
 
Políticas e Linhas de Ação Parups.JPG 
 
Objetivos e Grau de Cumprimento
 
 

Conforme previsto no artigo 38.º do Decreto-Lei n.º 133/2013, de 3 de outubro, que aprova o regime jurídico aplicável ao Setor Público Empresarial, o acionista tem o dever de definir quer os objetivos e resultados a alcançar em cada ano e triénio, em especial os económicos e financeiros, quer as orientações a aplicar no desenvolvimento da atividade empresarial reportada a cada triénio.

O ministério sectorialmente responsável pela Tutela da sociedade deve emitir as orientações específicas aplicadas a cada empresa e definir os objetivos a alcançar no exercício da respetiva atividade operacional. Relativamente ao triénio correspondente ao mandato de 2015-2017 (em que não tendo havido nova designação, os membros do Conselho de Administração do mandato 2015-2017 se mantiveram em funções até início de 2019) vigoraram as orientações e objetivos gerais que se encontram definidos no contrato de gestão dos administradores e no OE2018.

A análise do grau de cumprimento dos objetivos fundamenta-se na prossecução de um princípio básico de interesse público que conduziu à constituição da sociedade, nomeadamente a minimização do esforço financeiro do Estado, nas orientações do acionista e nas regras de bom governo definidas para o SEE (Setor Empresarial do Estado).

 
Linhas de Atuação/ObjetivosGrau de CumprimentoObservações
Proceder ao levantamento exaustivo de toda a carteira de ativos e respetivas necessidades de gestão administrativa​100%Processo concluído
Identificar e implementar processos adequados à gestão  e venda das várias tipologias de ativos​100%Processo concluído
Assegurar a gestão corrente e estratégica dos ativos adquiridos ao grupo BPN no âmbito do processo de reprivatização do Banco,   nomeadamente dos ativos financeiros,  imobiliários e obras de arte​100%Encontra-se assegurada a gestão de todos os ativos da sociedade.

​Proceder regularmente à valorização dos ativos em carteira

​100%O processo de avaliação dos ativos é efetuado com a regularidade considerada adequada para cada tipologia de ativo por força do exercício anual de constituição de imparidades
Acompanhar os fundos imobiliários geridos pela sociedade gestora Imofundos, tendo em vista um nível adequado de distribuições de capital​90%Em curso. A Parups não interfere na gestão dos fundos, sendo a sua participação limitada aos poderes que lhe estão atribuídos enquanto detentora de UP’s e que exerce em cada Assembleia de Participantes. Não obstante, a gestão da Sociedade Gestora está focada nos mesmos objetivos que a Parups, i.e., recuperação de ativos.  
Maximizar o encaixe financeiro resultante  da liquidação de participações sociais, obrigações, unidades de participação de fundos geridos por terceiros e outros instrumentos financeiros​85%Em curso. O acompanhamento do portfolio de ativos é realizado continuamente, sendo efetuadas as alienações de ativos sempre que possível e que se considere oportuno, bem como, das respetivas distribuições de rendimentos (e.g., dividendos).
Executar ações tendentes à recuperação, regularização, conservação e alienação de obras de arte​85%O acervo encontra-se recuperado, regularizado e inventariado. Em 2017 procedeu-se à dação em cumprimento ao Estado Português das obras de Joan Miró (representavam cerca de 82% das obras de arte detidas). Foram vendidas em leilão outras obras de arte e antiguidades de menor relevo artístico e valor.   Não foi ainda iniciado o processo de venda das restantes pinturas, no entanto foi auscultado o interesse na sua aquisição por parte de outras entidades públicas e museológicas.
Assegurar o cumprimento de todos os regulamentos em vigor, nomeadamente os aplicáveis à gestão e alienação dos ativos detidos pela sociedade100%Em constante acompanhamento e monitorização com consequente implementação de nova regulamentação  aplicável.
Dinamizar a comercialização dos ativos imobiliários sob gestão​95%Em curso. Para além da divulgação dos imóveis para venda no site da sociedade, foram efetuados contratos de mediação com mais de uma centena de empresas de mediação imobiliária distribuídas geograficamente por todo o território nacional de forma a promover a venda dos imóveis de uma forma mais ampla, transparente, dinâmica e especializada. Entre 2012 e 2017 foram vendidos 65% dos imóveis em carteira, sendo que 77% das vendas realizaram-se nos últimos 3 anos. Em 2017 foi efetuada uma campanha promocional para os imóveis sem propostas desde a sua entrada em carteira e deu-se inicio aos trabalhos de preparação de um leilão a realizar em 2018 no sentido de acelerar as vendas. 
Execução de ações tendentes à  recuperação e regularização  de contingências com os ativos imobiliários de forma a poder permitir a sua comercialização​80%A PARUPS tem na sua carteira um conjunto de imóveis adquiridos ao grupo BPN com contingências que impossibilitam a sua alienação, nomeadamente imóveis ocupados ilegalmente, com divergências documentais ou ausência de licenciamento. A sociedade tem vindo a efetuar várias diligências, nomeadamente de âmbito judicial, no sentido de eliminar as contingências de cada imóvel afim de os colocar no mercado. Os processos para a tomada de posse dos imóveis e regularização de outras contingências encontram-se em curso, no entanto são processos que se verificam lentos e de difícil conclusão.
Racionalização dos contratos de prestação de serviços/Redução de Custos  ​​100%Os custos de estrutura/funcionamento da sociedade são residuais. Os restantes custos resultam diretamente da manutenção e alienação dos ativos sob gestão, que face à sua natureza não têm grande margem de negociação (condomínios, seguros, avaliações, impostos, etc.), tendem, contudo, a reduzir com a alienação dos próprios ativos, exceto os que estão associados ao processo de venda, nomeadamente as comissões de mediação imobiliária, que são tanto mais significativas quanto maior o volume de vendas. Foram revistos e renegociados os contratos em que foi possível obter benefícios e eficiências em função das necessidades da empresa. Contudo a carteira de ativos imobiliários sob gestão, face às suas características e antiguidade, obriga a intervenções de manutenção não previstas, que são pontuais e que obrigam a consultar o mercado na localização geográfica do imóvel, sendo a adjudicação efetuada à melhor proposta em cada momento.
Assegurar, através das estruturas da PARVALOREM, S.A. o normal funcionamento da atividade da PARUPS, S.A.​100%
Racionalizar todos os recursos disponíveis, tecnológicos e humanos com base no suporte operacional e tecnológico da PARVALOREM, S.A.​100%
Cumprimento de outros objetivos específicos fixados pelo acionista​100%Cumprimento dos Objetivos Gerais
Adaptar a informação de gestão e procedimentos  internos aos requisitos exigidos às empresas do SEE (Setor Empresarial do Estado)​95%Encontra-se implementado o projeto de Contabilidade Orçamental com vista a cumprir com o disposto no DL n.º 192/2015. Todo o processo se encontra a funcionar no aplicativo Navision. Existem ficheiros que ainda não podem ser submetidos na plataforma da UniLeo, dado estarem a ser alterados pela CNC. 
Execução de ações de controlo interno e compliance​100%Assegurado através da estrutura da PARVALOREM
Redução do prazo de pagamento a fornecedores​100%A sociedade mantém o prazo de pagamento a fornecedores inferior a 30 dias
FSE em função da liquidação de ativos​90%

O grau de execução deste objetivo em 2018 não foi cumprido na sua totalidade (ao contrário de anos anteriores), justificado pelo custo extraordinário relacionado com um trabalho de assessoria fiscal que permitiu um encaixe significativo, também ele extraordinário, no valor de EUR 5 Milhões ainda em 2017. Este facto teve impacto em 2017 e 2018, dado a fatura não poder ser liquidada por falta de dotação orçamental em 2017, ano em que originou a correspondente receita, tendo o seu pagamento sido autorizado no decurso de 2018. 

     Nota: Os dados apresentados constam do Relatório & Contas de 2018, estando sujeitos a uma atualização sempre que necessário.
 
 
 
Fatores Chave para os Resultados da Empresa
 
 
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