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Parparticipadas

Parparticipadas

A Parparticipadas, SGPS, S.A. é uma sociedade anónima constituída, em 16 de setembro de 2010. A sua constituição ocorre no âmbito do processo de reestruturação financeira do BPN - Banco Português de Negócios, S.A., com o objetivo de dar início ao processo de reprivatização do Banco, que passou pela segregação de um conjunto de ativos do balanço individual.

 

A Parparticipadas, SGPS, S.A. tem por objetivo gerir e racionalizar um conjunto de participações financeiras, adquiridas ao BPN - Participações Fionanceiras, SGPS, Lda, ao BPN Internacional, SGPS, S.A. e ao próprio BPN, S.A., como forma indireta do exercício de atividade económica e a prestação de serviços técnicos de administração e gestão, sempre com o propósito de evitar a perda de valor das suas participadas num contexto de alienação ou de liquidação.

 

A gestão da Parparticipadas, SGPS, S.A.continua a ser assegurada pela estrutura orgânica da PARVALOREM, S.A., a empresa que agrega todo o quadro de pessoal.

 

Objetivo
 
A Parparticipadas, SGPS, S.A tem por objetivo a criação de valor para o acionista que se materializa na maximização da recuperação do esforço público inerente à nacionalização e reprivatização do BPN. Gerir e racionalizar um conjunto de participações financeiras adquiridas ao BPN - Participações Financeiras, SGPS, Lda., ao BPN Internacional, SGPS, S.A. e ao próprio BPN, S.A., como forma indireta do exercício de atividade económica e a prestação de serviços técnicos de administração e gestão, sempre com o propósito de evitar a perda de valor das suas participadas num contexto de alienação ou de liquidação.
 
 
Vetores Estratégicos
 
Os vetores estratégicos que sustentam a atuação da gestão da sociedade são os seguintes:
 
                  . Recuperação de Créditos;
                  . Venda/Liquidação de Ativos;
                  . Adequação da estrutura de funcionamento da Empresa
 
Orientações Estratégicas Específicas para a Parparticipadas
 
1. Garantir a melhor gestão, a sua estabilidade e recuperação de ativos num enquadramento racional de “best practice”, assegurando a máxima rendibilidade, garantindo em todo o tempo o cumprimento dos princípios de boas práticas e de ética empresarial;
 
2. Identificação de soluções adequadas à tipologia de cada grupo de ativos (financeiros e não financeiros), privilegiando a sua alienação.
 
 
 
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